Processos migratórios e deslocamentos: Caminhos que levaram atletas de modalidades coletivas aos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992
DOI:
https://doi.org/10.30937/2526-6314.v1n1.id7Palavras-chave:
Imigração, Deslocamentos, Atletas OlÃmpicos, ProfissionalizaçãoResumo
Diferenças regionais e desigualdades marcam a história brasileira. Essas são algumas das razões que provocaram movimentos migratórios, em um primeiro momento deslocando populações do meio rural para as cidades e já no final do século XX de diferentes cidades para outras regiões e mesmo outros paÃses. A falta de recursos e de oportunidades profissionais também é vivida por atletas que partem de suas cidades e vilas em busca de times e clubes onde possam experimentar desenvolvimento que os levem a ser atletas destacados em suas modalidades com o objetivo de ser olÃmpicos. A lógica de clubes esportivos aristocráticos ou de caracterÃsticas coloniais como celeiros de atletas olÃmpicos se mantém, ao longo do Século XX, até que o esporte se torna objetivo de polÃticas públicas. Ainda assim, as cidades com maior organização esportiva permaneceram como destino de atletas habilidosos de todo a paÃs, provocando um fluxo migratório que se pretende explorar nesse artigo, cujo objetivo é identificar a origem e o destino dos atletas de modalidades coletivas a migrarem na década de 1990, momento em que se deu o processo de profissionalização dos atletas brasileiros.
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