El acercamiento del movimiento olímpico a los nuevos tiempos: el caso de los flujos migratorios y el Equipo Olímpico de Refugiados

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DOI:

https://doi.org/10.30937/2526-6314.v6.id142

Palabras clave:

Movimiento Olímpico, Equipo Olímpico de Refugiados, flujos de migración

Resumen

Buscando una vez más abordar las demandas de la sociedad, el Comité Olímpico Internacional utiliza la Agenda 20 + 20 como un recurso para dialogar con la comunidad internacional y afrontar los retos de los próximos años. Una ambiciosa iniciativa aprobada por el Comité Ejecutivo del COI en 2014, la Agenda 20 + 20 busca fortalecer el papel del deporte en la sociedad y acercarlo a las agendas que se han debatido en este siglo 21. Uno de estos temas es la cuestión de refugio y de flujos de migración. Con 82,4 millones de refugiados en todo el mundo, según el Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados, el COI, a través del programa Solidaridad Olímpica y el Equipo Olímpico de Refugiados, tiene como objetivo apoyar a los deportistas en estas condiciones, garantizando a estas personas el derecho a practicar deportes, como visto en las ediciones olímpicas de Río-2016 y Tokio-2020. Este breve artículo busca analizar cómo el COI, a pesar de ser una entidad de perfil aristocrático y eurocéntrico, logra mantener su prestigio internacional a través de sus históricos dotes diplomáticas y la importancia que representan los Juegos Olímpicos.

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Publicado

2022-06-17

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