A Educação Olímpica em tempos de pandemia e ensino remoto
DOI:
https://doi.org/10.30937/2526-6314.v4.id111Palavras-chave:
Educação Olímpica, pandemia, trabalho colaborativo, ensino remoto, esporteResumo
Com a chegada da pandemia de coronavírus no Brasil e com a migração do ensino presencial para o ensino remoto, o sistema educacional, como um todo, precisou se reinventar. Desde 1996 o ensino brasileiro passou a ser alicerçado pelo aprender a ser, aprender a fazer, aprender a conhecer e aprender a conviver e, na década de 1970, a Educação Olímpica (EO) propõe um ensino para o desenvolvimento integral de crianças e jovens. A EO, na Prefeitura Municipal de São Caetano do Sul, se faz presente há, pelo menos, dois ciclos olímpicos, caracterizando-se como uma proposta interdisciplinar. Em consonância com uma atitude colaborativa e de corresponsabilidade, foi proposto, aos professores de educação física da referida rede, um trabalho colaborativo de construção de sequências didáticas, cujo tema, foi: ‘Olimpismo: educação e integração cultural para o desenvolvimento humano por meio do esporte’. Foram desenvolvidas seis sequências didáticas para as turmas de 1º a 9º ano do Ensino Fundamental e, ao final, além da produção destas sequências, observou-se que a experiência didática favoreceu, também, a formação de professores ao explorar, de modo temático, os objetos de conhecimento e objetivos de aprendizado; a ampliação do campo do conhecimento e os sentidos das práticas esportivas; o exercício do trabalho colaborativo; a ampliação dos domínios tecnológicos a serviço do desenvolvimento da área do conhecimento e a criação de espaços de trocas, diálogos e problematizações, favorecendo o aumento dos domínios conceituais.
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