Skate no Monte Olimpo
DOI:
https://doi.org/10.30937/2526-6314.v2n2.id46Palavras-chave:
Atividades de lazer, Estilo de vida, Olimpismo, Skate, Esportes AquáticosResumo
Estamos prestes a testemunhar a entrada dos esportes de ação e aventura nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, com modalidades como Escalada Esportiva, Skate Street, Skate Park, BMX Park e Surfe, graças ao desejo do Comitê Olímpico Internacional (COI) por rejuvenescer seu público e dar novo impulso ao interesse das novas gerações pelos Jogos Olímpicos. Mas por que o COI aguardou por esse momento na história para incluir esportes outrora considerados marginais, embora hoje plenamente consolidados, no programa dos Jogos Olímpicos de verão? Norteado por esta questão, o artigo tem como objeto a comunidade brasileira e internacional do skate e visa analisar a inclusão desta prática nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. O projeto também pretende compreender a importância do skate como campo de atividade física para promover o lazer e apresentar, a partir da inclusão desse esporte nos Jogos Olímpicos, a prática dessa modalidade baseada nos aspectos positivos do Olimpismo. Como categorias teóricas, foram estabelecidas relações entre a prática, o esporte e o tempo em que vivemos. Como procedimentos metodológicos, foi realizada uma revisão bibliográfica e documental sobre o skate como esporte, organização e estilo de vida, além de entrevistas semiestruturadas com atletas e dirigentes do esporte. Com a análise das informações obtidas através do levantamento bibliográfico e das entrevistas realizadas, pode-se dizer que a inclusão do skate no programa olímpico tem grandes possibilidades não apenas de rejuvenescer seu público, mas também de reafirmar seus valores olímpicos.
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