La olimpización de modalidades deportivas y el mito de la construción artificial de los cuerpos: El caso de la Escalada Olí­mpica

Autores/as

  • Rafael Campos Veloso Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.30937/2526-6314.v2n2.id50

Palabras clave:

Escalada deportiva, Juegos Olímpicos, imaginario

Resumen

Los Juegos Olímpicos que se celebrarán en Tokio en el año 2020 contarán con la inclusión de la escalada, del surf, y del skate, modalidades deportivas con características singulares en el ámbito de su cultura propia de movimiento. En este artículo se aborda el proceso de inclusión de la escalada deportiva en el programa olímpico que, considerado multifactorial, está aquí delimitado en la discusión sobre los efectos del modelado de la escalada deportiva al plan del Movimiento Olímpico, de característica universalizante y secular, sobre las dimensiones tradicionales de esta cultura corporal de movimiento y, principalmente, sobre los cuerpos que de hecho la protagonizan, los escaladores. El camino teórico-metodológico para abordar el tema se basa en las dinámicas ontológicas, como las narrativas míticas, proporcionadas por autores del campo de los estudios del imaginario, donde la cuestión central en el desarrollo de este estudio es la relación entre la Escalada Olímpica como movimiento artificial y el tema mítico de la construcción y animación artificial de un cuerpo, y del poder de dominio sobre su movimiento.

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Publicado

2019-07-06

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